Na era da tecnologia em que vivemos correndo, nos relacionando, estabelecendo contato com inúmeras pessoas via rede social, celular, email etc. Tendo acesso a um mundo de informações via internet, jornal, revistas, televisão e rádio, se faz necessário aprendermos filtrar as informações que nos bombardeiam diariamente, ao mesmo tempo em que precisamos aprender a distinguir informações genéricas de conhecimento efetivo.
Entendo que um de nossos desafios como professor é conseguir auxiliar nosso aluno para aprender a fazer uso da tecnologia, beneficiando-se dela para seu conhecimento e comunicação, mas não ser escravo da tecnologia. Ao mesmo tempo, em que consiga desenvolver o espírito pesquisador, questionador, investigativo, que não aceite e não procure tudo pronto, mas que busque criar, conhecer, interpretar e refletir sobre o conhecimento constituído. Ou seja, que consiga ser crítico e use sua inteligência para construir saber e não somente copiar e reproduzir conceitos prontos, nem sempre coerentes, disponíveis nas TIcs.
Que o aluno desenvolva a autonomia para questionar, dialogar com o outro, socializar suas dúvidas e buscar respostas com o auxílio do outro. Que a tecnologia não sirva para afastar-se do convívio com o próximo, mas sim para aproximá-lo.
Utilizo o vídeo abaixo para reflexão do que quero dizer em relação ao uso da tecnologia no sentido de desafiar o aluno e não apenas transpor a sala de aula tradicional para o ambiente tecnológico
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